
Latas de Páscoa
Três Páscoas, os mesmos moldes
Desenhos de Páscoa prontos a imprimir, para amêndoas, bombons e ovos de chocolate. Moldes que já são nossos — sem custo de moldes, sem espera.
A Páscoa portuguesa é o folar, a amêndoa e o presente do padrinho, e nada disto começa por ser uma lata. Por isso convém dizer o que é preciso dizer antes de mais: doze desenhos de Páscoa são muitos para Portugal. Com um mínimo de 5.000 unidades por desenho, um confeiteiro português leva daqui dois ou três, não doze — a lata de amêndoas, que é o produto de Páscoa que cá se vende mesmo, e os desenhos que não escrevem Páscoa em lado nenhum, como a orla de narcisos, o prado e o xadrez, porque esses continuam a vender depois do domingo. O mercado grande de língua portuguesa é o outro. No Brasil a Páscoa é a segunda época do chocolate e move volumes que Portugal não tem, mas o formato dominante é o ovo oco embrulhado em folha, pendurado no corredor do supermercado, e isso não é uma lata: onde o metal entra é no bombom, no ovo de colher e na caixa de oferta da chocolataria premium. E há um pormenor de estação que ninguém deve ignorar — no Brasil a Páscoa cai no outono, por isso os desenhos de flores de primavera lêem-se ao contrário lá e o que viaja são os do ovo. Esta gama carrega três Páscoas diferentes em vez de fingir que são um mercado só: a pastel do norte da Europa, o ovo vermelho ortodoxo e o ovo desenhado a cera da Europa central. Cinco dos doze desenhos são padrões de repetição que correm pela lata toda; os outros sete ficam com a arte na tampa. Todos em moldes que a Masaş já tem em Tuzla, Istambul.

O que está a ver
Os desenhos desta página são nossos — criados internamente e mostrados aqui para que veja o aspeto da gama antes de se comprometer com o que quer que seja. Cada um está pronto a imprimir em moldes que já são nossos e entra em produção assim que houver uma encomenda por trás. Ou seja, sem custo de ferramentaria e sem espera por uma forma nova — apenas impressão e conformação.
Latas desta gama
Desenhos nossos, impressos em moldes nossos.












Encomendar desta gama
- Encomenda mínima
- A partir de 5.000 unidades por design
- Prazo de entrega
- 4–6 semanas a contar da arte aprovada
- Ferramenta
- Nenhuma — estas gamas saem de moldes que já temos
Como o molde já existe, uma gama pronta dispensa as oito semanas e o custo de ferramenta que uma forma nova exige. O que fica é a impressão e a conformação.
O que esta gama não é
Um desenho pronto não é exclusivo. Qualquer pessoa pode encomendar a mesma lata, e alguns desses clientes serão seus concorrentes. Se precisar de uma arte que mais ninguém possa comprar, então é um projeto à medida — os mesmos moldes, o seu próprio desenho, e a exclusividade aplica-se à arte, não à forma.
Como funcionam os projetos à medida →Perguntas frequentes
Para quem é esta gama?
Casas de chocolate e de confeitaria, fabricantes de amêndoa confeitada e de bolacha, compradores de supermercado e de grandes armazéns, quem monta cabazes e conjuntos de oferta, e exportadores que abastecem a diáspora e o retalho brasileiro. O mínimo é 5.000 unidades por desenho impresso, o que faz desta uma gama por grosso — uma pastelaria compra isto a um distribuidor, não a nós.
Quando temos de encomendar?
A Páscoa anda: cai algures entre o fim de março e o fim de abril, e a data ortodoxa ou coincide com essa ou fica até cinco semanas mais tarde — nunca mais cedo —, por isso o prazo muda todos os anos e muda duas vezes. Conte para trás a partir da data do seu mercado: 4 a 6 semanas entre a aprovação da arte e a expedição, mais o seu tempo de enchimento e de distribuição. Uma lata encomendada em janeiro é confortável; em março já não é. Para o Brasil acrescente o transporte marítimo e o desalfandegamento: aí a conversa começa antes do Natal.
Que desenhos servem para Portugal e quais para o Brasil?
Para Portugal, os que não datam: a orla de narcisos, o prado de primavera e o xadrez vichy dizem primavera e não Páscoa, por isso a lata não morre na segunda-feira. A seguir a esses, a lata pequena de tampa de cristal, porque a amêndoa é a decoração e escondê-la atrás de metal é desperdiçá-la. Para o Brasil é ao contrário: a Páscoa é no outono, as flores de primavera lêem-se fora de tempo, e o que funciona são os ovos — os ovos pastel em fileiras, O Ovo e os ovos vermelhos. Se exporta para o resto da Europa, o grupo pastel — a lebre, o coelho, o xadrez, os ovos em fileiras, os narcisos, o prato — é o conjunto da Europa ocidental; o ovo vermelho e a grinalda de ovos foram desenhados para a Grécia, a Roménia, a Bulgária e a Rússia, onde o ovo vermelho é a festa e não um enfeite; e o ovo desenhado a cera é da Polónia, Chéquia, Eslováquia, Hungria e Roménia — cada país tem o seu nome para ele (pisanki, kraslice, hímes tojás, încondeiate) e a sua paleta, e nós acertamos a chapa pelo mercado da encomenda. Esse último não foi desenhado para si, e dizemo-lo em vez de fingir o contrário.
Há alguma imagem religiosa nestas latas?
Não há cruz, ícone nem cena litúrgica em nenhum dos doze desenhos. Vale a pena ser preciso sobre o que isso quer e não quer dizer: o ovo vermelho não é uma decoração neutra — na prática ortodoxa carrega a Ressurreição diretamente, e é exatamente por isso que resulta na Grécia, na Roménia e na Rússia. O que a gama evita é a imagem litúrgica, não o sentido religioso. A razão é prática e qualquer comprador a sente sem que lha expliquem: um ícone é um objeto sagrado que não se deita fora, e uma lata de comida acaba no lixo. Um sinal pode ir na tampa; uma imagem santa não. É também o que mantém uma só chapa vendável em prateleira laica, católica, protestante e ortodoxa — e em Portugal, onde a Páscoa é culturalmente católica mas comercialmente uma época de doçaria, é precisamente o que o comprador de supermercado quer. Se quiser a saudação em si — Χριστός Ανέστη, Христос воскресе, Hristos a înviat, ou simplesmente Feliz Páscoa — isso é texto e não imagem, e é uma mudança de chapa no mesmo molde. Fica um comprador de fora: a loja de paróquia ou a banca de romaria que quer que a caixa diga Páscoa sem margem para dúvida. Esse não leva 5.000 unidades, e para ele o mais perto que chegamos é o ovo vermelho, a grinalda de ovos e a saudação impressa.
Que tamanho leva ovos de chocolate?
Comece pelo que não cabe: um ovo oco de tamanho normal vai em folha de alumínio e película sobre uma base de cartão, não em metal, e não há lata nesta gama nem em nenhuma outra que leve um. Isto serve para ovos pequenos recheados, ovetti, bombons, ovos de casca de açúcar e bolacha. A partir daí a restrição é a profundidade, não a área. Ø127 × 110 mm e Ø99 × 90 mm são as duas redondas fundas — um enchimento solto e generoso, ou ovos pequenos ao alto em vez de deitados. 240 × 140 × 70 mm é o retângulo fundo, para um sortido misto. As baixas — 190 × 190 × 45, 190 × 135 × 45 e 160 × 160 × 50 mm — levam uma camada, e são também as medidas certas para amêndoa confeitada, que pesa muito para o volume que ocupa e assenta melhor em corpo baixo. Os ovos embrulhados em folha riscam-se uns aos outros no transporte, por isso vale a pena orçamentar um separador.
Outras gamas
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